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sábado, 11 de setembro de 2010
11:39 | Postado por
Marcos Henke
Artigo publicado no Jornal Hoje de Montenegro-RS
A historia do jogo Tetris
Estes tempos assisti um documentário no canal Management TV (54 da Sky) falando do jogo Tetris, famoso no final dos anos 80 e início dos 90, onde o objetivo é encaixar os blocos de diferentes formatos e cores que caem na tela formando linhas de cores iguais para que os blocos desapareçam. O jogo acaba quando algum bloco encostar no topo.
Tetris foi um sucesso, vendeu milhões de cópias no mundo inteiro, mas seu criador, o russo Alexey Pajitnov, pouco viu do dinheiro gerado. Isso se deu porque na antiga União Soviética os direitos de propriedade intelectual pertenciam ao governo na época, portando, era compartilhado com todos, e se alguém tentasse comercializar teria sérios problemas, podendo acabar preso. O jogo foi criado no Centro de Computação de Moscow, onde entre outras coisas, Pajitnov criou algoritmos para calcular a trajetória dos satélites Sputnik. Os colegas de Pajitnov passavam horas jogando, pois era diferente dos jogos americanos, repletos de tiros e explosões. O autor coloca que o jogo era estimulante, pois o que ficava na tela eram erros, ou seja, blocos que não haviam sido encaixados corretamente, e os jogadores queriam consertá-los.
Robert Stein, da Andrômeda Software, fazia fortuna comprando software na Hungria e revendendo na Inglaterra. Como o Tetris era copiado de disquete em disquete livremente na época, logo chegou às suas mãos e lhe fascinou. Stein entrou, então, em contato por Telex com Pajitnov lhe oferecendo alguns milhares de dólares pelos direitos. Pajitnov achou irrelevante, pois jogos não eram seu foco, estava preocupado com questões mais importantes, mas respondeu que achou a idéia interessante e que poderiam evoluir o assunto. Stein entendeu que a proposta havia sido aceita e passou a negociar os direitos com a Microsoft para produzir o jogo para PC. Uma campanha de marketing anunciava em jornais e revistas o lançamento do jogo quando Stein recebeu um contato de um representante da Elrog, única organização governamental soviética autorizada a vender software para o exterior, e foi comunicado que o que estavam fazendo era ilegal: não poderiam negociar direto com o criador. Stein, então, conseguiu os direitos por 10 anos em uma reunião na Elrog que o mesmo caracteriza como um interrogatório.
Em 1988 os consoles de videogame já faziam muito sucesso, e a Microsoft e suas sócias na Inglaterra e EUA fecharam um acordo com a Atari para que ela produzisse o jogo para consoles. Em seguida, foram iniciadas negociações com a japonesa Nintendo, através de Henk Rogers, da empresa Bullet Proof. Stein negociava com a Microsoft e Nintendo, e no meio de impasses relacionados à assinatura de contratos e pagamentos vencidos, Henk se deslocou a Moscow para conseguir os direitos do Tetris para o Game Boy da Nintendo, que seria lançado em breve com o jogo Tetris no pacote. Na reunião de Henk com o representante da Elrog, constataram que haviam cedido os direitos apenas para PC a Stein, e que todo a negociação da Microsoft com a Atari era inválida. Sem saber do contato de Henk com a Elrog, Stein assinou uma alteração no contrato onde foram inseridas cláusulas que deixavam clara a licença apenas para PCs e foram estipuladas multas por violações e atrasos nos pagamentos.
Henk fez amizade com o criador, Pajitnov, e acabou conseguindo os direitos exclusivos para console para a Nintendo, o que causou um choque na Atari e suas parceiras no negócio. Atari processou a Nintendo, pois já tinha produzido milhões de cópias dos cartuchos, mas perdeu, e o Tetris foi o ponto chave no sucesso do Game Boy.
E o autor? Não recebeu sequer um centavo até 96, quando o contrato de cessão dos direitos expirou. Pajitnov acabou indo para os EUA em 91, com ajuda de Henk, onde criou uma empresa de desenvolvimento de software chamada Tetris Company, e em 96 foi para a Microsoft como designer de jogos.
Tetris está agora novamente pronto para se tornar um sucesso, em celulares e smartphones, dessa vez gerando receita para Pajitnov.
A historia do jogo Tetris
Estes tempos assisti um documentário no canal Management TV (54 da Sky) falando do jogo Tetris, famoso no final dos anos 80 e início dos 90, onde o objetivo é encaixar os blocos de diferentes formatos e cores que caem na tela formando linhas de cores iguais para que os blocos desapareçam. O jogo acaba quando algum bloco encostar no topo.
Tetris foi um sucesso, vendeu milhões de cópias no mundo inteiro, mas seu criador, o russo Alexey Pajitnov, pouco viu do dinheiro gerado. Isso se deu porque na antiga União Soviética os direitos de propriedade intelectual pertenciam ao governo na época, portando, era compartilhado com todos, e se alguém tentasse comercializar teria sérios problemas, podendo acabar preso. O jogo foi criado no Centro de Computação de Moscow, onde entre outras coisas, Pajitnov criou algoritmos para calcular a trajetória dos satélites Sputnik. Os colegas de Pajitnov passavam horas jogando, pois era diferente dos jogos americanos, repletos de tiros e explosões. O autor coloca que o jogo era estimulante, pois o que ficava na tela eram erros, ou seja, blocos que não haviam sido encaixados corretamente, e os jogadores queriam consertá-los.
Robert Stein, da Andrômeda Software, fazia fortuna comprando software na Hungria e revendendo na Inglaterra. Como o Tetris era copiado de disquete em disquete livremente na época, logo chegou às suas mãos e lhe fascinou. Stein entrou, então, em contato por Telex com Pajitnov lhe oferecendo alguns milhares de dólares pelos direitos. Pajitnov achou irrelevante, pois jogos não eram seu foco, estava preocupado com questões mais importantes, mas respondeu que achou a idéia interessante e que poderiam evoluir o assunto. Stein entendeu que a proposta havia sido aceita e passou a negociar os direitos com a Microsoft para produzir o jogo para PC. Uma campanha de marketing anunciava em jornais e revistas o lançamento do jogo quando Stein recebeu um contato de um representante da Elrog, única organização governamental soviética autorizada a vender software para o exterior, e foi comunicado que o que estavam fazendo era ilegal: não poderiam negociar direto com o criador. Stein, então, conseguiu os direitos por 10 anos em uma reunião na Elrog que o mesmo caracteriza como um interrogatório.
Em 1988 os consoles de videogame já faziam muito sucesso, e a Microsoft e suas sócias na Inglaterra e EUA fecharam um acordo com a Atari para que ela produzisse o jogo para consoles. Em seguida, foram iniciadas negociações com a japonesa Nintendo, através de Henk Rogers, da empresa Bullet Proof. Stein negociava com a Microsoft e Nintendo, e no meio de impasses relacionados à assinatura de contratos e pagamentos vencidos, Henk se deslocou a Moscow para conseguir os direitos do Tetris para o Game Boy da Nintendo, que seria lançado em breve com o jogo Tetris no pacote. Na reunião de Henk com o representante da Elrog, constataram que haviam cedido os direitos apenas para PC a Stein, e que todo a negociação da Microsoft com a Atari era inválida. Sem saber do contato de Henk com a Elrog, Stein assinou uma alteração no contrato onde foram inseridas cláusulas que deixavam clara a licença apenas para PCs e foram estipuladas multas por violações e atrasos nos pagamentos.
Henk fez amizade com o criador, Pajitnov, e acabou conseguindo os direitos exclusivos para console para a Nintendo, o que causou um choque na Atari e suas parceiras no negócio. Atari processou a Nintendo, pois já tinha produzido milhões de cópias dos cartuchos, mas perdeu, e o Tetris foi o ponto chave no sucesso do Game Boy.
E o autor? Não recebeu sequer um centavo até 96, quando o contrato de cessão dos direitos expirou. Pajitnov acabou indo para os EUA em 91, com ajuda de Henk, onde criou uma empresa de desenvolvimento de software chamada Tetris Company, e em 96 foi para a Microsoft como designer de jogos.
Tetris está agora novamente pronto para se tornar um sucesso, em celulares e smartphones, dessa vez gerando receita para Pajitnov.
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
22:30 | Postado por
Marcos Henke
Procurando pelos fontes do jogo Gorillas, achei uma versão para iPhone:
Esse jogo tem um significado especial pra mim, pois foi o primeiro código fonte mais elaborado que eu tive contato na minha infância, por volta dos 12 anos de idade. Eu já sabia programar em Basic antes disso, aprendi digitando jogos que vinham em revistas e manuais da época, por volta de meados dos anos 80.
O nome da revista era Microsistemas, e eu digitava tudo em um CP 300 da Prológica.
Mas quando a minha irmã e meu cunhado adquiriram um IBM Aptiva, que vinha com Windows 3.11, kit multimídia e OS2 Warp, veio junto o QBasic, ambiente de desenvolvimento da Microsoft. Nele haviam dois jogos de demonstração: Nibbles e Gorillas.
Nibbles acabou tendo uma versão para os celulares da Nokia no início dos anos 2000, aquela série 5120, 6120. É o "jogo da minhoca", para saberem do que eu estou falando.
No Gorillas os jogadores tinham que informar o ângulo e a força para o arremesso da banana, e o objetivo era acertar o gorila adversário. Conforme a banana batia nos prédios, estes iam sendo destruídos. O vento impactava na trajetória da banana.
Eu passava horas alterando os fontes, aumentando o poder das explosões das bananas, as cores e outros parâmetros. Quando dava errado, eu voltava uma cópia do arquivo (sim, com 8 anos eu já fazia backup dos fontes).
Veja mais detalhes sobre a versão para iPhone, a verão original e obtenha o código fonte em:
http://gorillas.lhunath.com/
*esta postagem faz referência a conteúdo de terceiros. os direitos e responsabilidades dos trechos citados são reservados aos respectivos autores.
Esse jogo tem um significado especial pra mim, pois foi o primeiro código fonte mais elaborado que eu tive contato na minha infância, por volta dos 12 anos de idade. Eu já sabia programar em Basic antes disso, aprendi digitando jogos que vinham em revistas e manuais da época, por volta de meados dos anos 80.
O nome da revista era Microsistemas, e eu digitava tudo em um CP 300 da Prológica.
Mas quando a minha irmã e meu cunhado adquiriram um IBM Aptiva, que vinha com Windows 3.11, kit multimídia e OS2 Warp, veio junto o QBasic, ambiente de desenvolvimento da Microsoft. Nele haviam dois jogos de demonstração: Nibbles e Gorillas.
Nibbles acabou tendo uma versão para os celulares da Nokia no início dos anos 2000, aquela série 5120, 6120. É o "jogo da minhoca", para saberem do que eu estou falando.
No Gorillas os jogadores tinham que informar o ângulo e a força para o arremesso da banana, e o objetivo era acertar o gorila adversário. Conforme a banana batia nos prédios, estes iam sendo destruídos. O vento impactava na trajetória da banana.
Eu passava horas alterando os fontes, aumentando o poder das explosões das bananas, as cores e outros parâmetros. Quando dava errado, eu voltava uma cópia do arquivo (sim, com 8 anos eu já fazia backup dos fontes).
Veja mais detalhes sobre a versão para iPhone, a verão original e obtenha o código fonte em:
http://gorillas.lhunath.com/
*esta postagem faz referência a conteúdo de terceiros. os direitos e responsabilidades dos trechos citados são reservados aos respectivos autores.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
23:14 | Postado por
Marcos Henke
Este artigo foi publicado no Jornal O Progresso de Montenegro em 22/05/2009:
Música, computadores e videogames
Li aqui no Progresso semana passada sobre a possível organização de um torneio do jogo de videogame Guitar Hero e fiquei pensando sobre a evolução dos videogames, pois coincidentemente falei nesta coluna sobre os jogos de Nintendo (NES) 8 bits.
Naquela época os jogos lembravam - no máximo - desenhos animados. Suas músicas eram em formato MIDI, ou seja, uma representação digital dos sons dos instrumentos. O formato MIDI não suporta reprodução de voz, é como se o videogame ou computador “lesse uma partitura” e a reproduzisse com seu banco de instrumentos. Este formato foi muito usado recentemente nos celulares que suportam os chamados “toques polifônicos”.
Lembrei também que nesta época, além de jogar videogame, eu comecei a tocar violão e guitarra, pois sempre gostei de escutar música e prestava muita atenção nesses instrumentos. Tenho constatado que os adolescentes de hoje, em geral, também demonstram grande afinidade por esses elementos: música, computadores e videogames.
Hoje os videogames se assemelham a filmes e as músicas são em formato MP3 ou assemelhados, que reproduzem com fidelidade a gravação original, oferecendo uma experiência muito mais agradável. A interatividade também evoluiu bastante. Por exemplo, no jogo Guitar Hero que citei anteriormente, o jogador deve reproduzir a sequencia de “notas” enquanto toca ao fundo uma música, e é possível utilizar uma mini-guitarra para controlar o jogo no lugar dos controles convencionais. Há também o Rock Band, onde além da guitarra é possível tocar bateria, baixo e cantar!
Tenho visto relatos de campeonatos de Guitar Hero e Rock Band, onde centenas de jogadores se reúnem, é montado um palco - exatamente como em um show de rock, o jogo é projetado em um telão e o som rola nas caixas normalmente, como se uma banda estivesse tocando.
Já ouvi opiniões divergentes de músicos sobre esse jogo: Alguns acreditam que nada substitui o prazer de aprender um instrumento, tirar aquele som favorito, montar uma banda e se apresentar num palco. Realmente, eu posso falar que é uma sensação indescritível. Mas também temos que reconhecer que o Rock vinha perdendo seu espaço entre os jovens, sendo substituído por músicas eletrônicas, pagode, axé, sertanejo, emotional hardcore, etc., e estes jogos vem retomando o gosto por bandas que fizeram sucesso em décadas passadas e que muitas vezes os adolescentes nunca ouviram falar. Acabam conhecendo no jogo e ao ouvir no rádio em algum programa de clássicas do rock exclamam: “Esta música tem no Guitar Hero!”.
Na verdade, o que todos buscamos é diversão, e a tríade música + computadores + videogames é uma das formas que mais me atrai.
Site da semana: www.guitarhero.com e www.rockband.com
Frase da semana: “Se vi mais longe foi por estar sobre os ombros de gigantes” – Isaac Newton
Música, computadores e videogames
Li aqui no Progresso semana passada sobre a possível organização de um torneio do jogo de videogame Guitar Hero e fiquei pensando sobre a evolução dos videogames, pois coincidentemente falei nesta coluna sobre os jogos de Nintendo (NES) 8 bits.
Naquela época os jogos lembravam - no máximo - desenhos animados. Suas músicas eram em formato MIDI, ou seja, uma representação digital dos sons dos instrumentos. O formato MIDI não suporta reprodução de voz, é como se o videogame ou computador “lesse uma partitura” e a reproduzisse com seu banco de instrumentos. Este formato foi muito usado recentemente nos celulares que suportam os chamados “toques polifônicos”.
Lembrei também que nesta época, além de jogar videogame, eu comecei a tocar violão e guitarra, pois sempre gostei de escutar música e prestava muita atenção nesses instrumentos. Tenho constatado que os adolescentes de hoje, em geral, também demonstram grande afinidade por esses elementos: música, computadores e videogames.
Hoje os videogames se assemelham a filmes e as músicas são em formato MP3 ou assemelhados, que reproduzem com fidelidade a gravação original, oferecendo uma experiência muito mais agradável. A interatividade também evoluiu bastante. Por exemplo, no jogo Guitar Hero que citei anteriormente, o jogador deve reproduzir a sequencia de “notas” enquanto toca ao fundo uma música, e é possível utilizar uma mini-guitarra para controlar o jogo no lugar dos controles convencionais. Há também o Rock Band, onde além da guitarra é possível tocar bateria, baixo e cantar!
Tenho visto relatos de campeonatos de Guitar Hero e Rock Band, onde centenas de jogadores se reúnem, é montado um palco - exatamente como em um show de rock, o jogo é projetado em um telão e o som rola nas caixas normalmente, como se uma banda estivesse tocando.
Já ouvi opiniões divergentes de músicos sobre esse jogo: Alguns acreditam que nada substitui o prazer de aprender um instrumento, tirar aquele som favorito, montar uma banda e se apresentar num palco. Realmente, eu posso falar que é uma sensação indescritível. Mas também temos que reconhecer que o Rock vinha perdendo seu espaço entre os jovens, sendo substituído por músicas eletrônicas, pagode, axé, sertanejo, emotional hardcore, etc., e estes jogos vem retomando o gosto por bandas que fizeram sucesso em décadas passadas e que muitas vezes os adolescentes nunca ouviram falar. Acabam conhecendo no jogo e ao ouvir no rádio em algum programa de clássicas do rock exclamam: “Esta música tem no Guitar Hero!”.
Na verdade, o que todos buscamos é diversão, e a tríade música + computadores + videogames é uma das formas que mais me atrai.
Site da semana: www.guitarhero.com e www.rockband.com
Frase da semana: “Se vi mais longe foi por estar sobre os ombros de gigantes” – Isaac Newton
23:07 | Postado por
Marcos Henke
Este artigo foi publicado no Jornal O Progresso de Montenegro em 01/05/2009:
Web Games: jogos gratuitos para jogar de qualquer computador com acesso a Internet, sem necessidade de instalação
Tenho falado rotineiramente aqui nesta coluna sobre Tecnologia da Informação, mercado de trabalho, dicas e oportunidades nessa área. Hoje vou acabar com a sua produtividade, para balancear um pouco, afinal “a gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte”.
Há alguns anos eu conheço alguns sites de jogos online, os chamados Web Games. São jogos que podem ser jogados em qualquer browser, de qualquer computador que possua acesso à Internet. Normalmente são desenvolvidos em Flash, com recursos mais simples e jogabilidade muito menos complexa que os atuais jogos para PC e consoles, como Playstation 1, 2 e 3, Xbox, Wii, mas são bons passatempos. A minha esposa, Juliani, adora e sempre que ela acessa a Internet e possui uma folga na agenda passa alguns minutos jogando.
Vou listar alguns sites que eu conheço e mantenho na minha lista de Favoritos do delicious (http://del.icio.us), apesar de não ter conseguido tempo para visitá-los atualmente:
· http://games.terra.com.br/webgames
· http://jogos.clickrbs.com.br
· http://jogos.globo.com
· http://factory.lego.com
· http://www.kongregate.com/games/Shinki/super-crazy-guitar-maniac-deluxe-3
· http://www.freeonlinegames.com
Web Games para trintões nostálgicos
Nós, trintões nostálgicos que crescemos nos anos 80, hoje estamos em pleno exercício das nossas atividades profissionais e, portanto, possuímos pouco tempo para nos dedicar a esses passatempos (assim espero). No final da década de 80 e início da década de 90 tenho certeza que muitos de nós jogamos os jogos para o console Nintendo (NES). Eu tinha um Top Game da CCE, que aceitava os cartuchos “grandes”, do Nintendo Americano e os cartuchos “pequenos”, do Nintendo Japonês. Era uma revolução em relação aos Atari, febre no início dos anos 80 que atraía crianças e adultos. Passei muitas horas estimulando meu raciocínio e habilidade motora com esses jogos.
Já circulam por aí há muitos anos os famosos Emuladores para rodar no PC, onde baixamos as ROMs (arquivos contendo os programas dos jogos) e a utilizamos como se fosse a console original. Mas a dificuldade está em instalar o Emulador, configurar os controles, baixar as ROMs e conseguir fazer tudo isso funcionar sozinho, sem pedir ajuda aos filhos ou aos “caras da informática”. Pois esta semana encontrei um site que disponibiliza online e gratuitamente centenas de jogos para o Nintendo 8 bits:
· http://www.everyvideogame.com/arcade.php?mode=cat&c=1
(utilize o campo de seleção “Quick jump” para ver a listagem completa de jogos)
Os jogos são Applets Java, é requisito ter a Java Virtual Machine instalada. Não se preocupe, pois se o seu computador não a tiver, será exibido um link para sua instalação.
Boa diversão, mas não abuse e não acesse durante o expediente, OK?
Site da semana: www.everyvideogame.com
Frase da semana: “Estamos numa época em que o Fim do Mundo não assusta tanto quanto Fim do Mês”
Web Games: jogos gratuitos para jogar de qualquer computador com acesso a Internet, sem necessidade de instalação
Tenho falado rotineiramente aqui nesta coluna sobre Tecnologia da Informação, mercado de trabalho, dicas e oportunidades nessa área. Hoje vou acabar com a sua produtividade, para balancear um pouco, afinal “a gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte”.
Há alguns anos eu conheço alguns sites de jogos online, os chamados Web Games. São jogos que podem ser jogados em qualquer browser, de qualquer computador que possua acesso à Internet. Normalmente são desenvolvidos em Flash, com recursos mais simples e jogabilidade muito menos complexa que os atuais jogos para PC e consoles, como Playstation 1, 2 e 3, Xbox, Wii, mas são bons passatempos. A minha esposa, Juliani, adora e sempre que ela acessa a Internet e possui uma folga na agenda passa alguns minutos jogando.
Vou listar alguns sites que eu conheço e mantenho na minha lista de Favoritos do delicious (http://del.icio.us), apesar de não ter conseguido tempo para visitá-los atualmente:
· http://games.terra.com.br/webgames
· http://jogos.clickrbs.com.br
· http://jogos.globo.com
· http://factory.lego.com
· http://www.kongregate.com/games/Shinki/super-crazy-guitar-maniac-deluxe-3
· http://www.freeonlinegames.com
Web Games para trintões nostálgicos
Nós, trintões nostálgicos que crescemos nos anos 80, hoje estamos em pleno exercício das nossas atividades profissionais e, portanto, possuímos pouco tempo para nos dedicar a esses passatempos (assim espero). No final da década de 80 e início da década de 90 tenho certeza que muitos de nós jogamos os jogos para o console Nintendo (NES). Eu tinha um Top Game da CCE, que aceitava os cartuchos “grandes”, do Nintendo Americano e os cartuchos “pequenos”, do Nintendo Japonês. Era uma revolução em relação aos Atari, febre no início dos anos 80 que atraía crianças e adultos. Passei muitas horas estimulando meu raciocínio e habilidade motora com esses jogos.
Já circulam por aí há muitos anos os famosos Emuladores para rodar no PC, onde baixamos as ROMs (arquivos contendo os programas dos jogos) e a utilizamos como se fosse a console original. Mas a dificuldade está em instalar o Emulador, configurar os controles, baixar as ROMs e conseguir fazer tudo isso funcionar sozinho, sem pedir ajuda aos filhos ou aos “caras da informática”. Pois esta semana encontrei um site que disponibiliza online e gratuitamente centenas de jogos para o Nintendo 8 bits:
· http://www.everyvideogame.com/arcade.php?mode=cat&c=1
(utilize o campo de seleção “Quick jump” para ver a listagem completa de jogos)
Os jogos são Applets Java, é requisito ter a Java Virtual Machine instalada. Não se preocupe, pois se o seu computador não a tiver, será exibido um link para sua instalação.
Boa diversão, mas não abuse e não acesse durante o expediente, OK?
Site da semana: www.everyvideogame.com
Frase da semana: “Estamos numa época em que o Fim do Mundo não assusta tanto quanto Fim do Mês”
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
09:19 | Postado por
Marcos Henke
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jogos
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
12:43 | Postado por
Marcos Henke
adicionei recentemente alguns links aqui no blog, confiram:
categoria "ferramentas":
Giveaway of the Day - programas comerciais que por um dia se tornam gratuitos. todo dia tem um programa diferente.
nota contida no site:
"Basicamente, todos os dias escolhemos um programa que será o programa Giveaway of the day. Este programa estará disponível para download durante 24 horas (ou mais, se assim o entender o produtor) e esse software será absolutamente grátis. Isto é – não se trata de uma versão experimental ou limitada – mas de uma versão registada e legal do software que será gratuito para os nossos visitantes."
categoria "tech fun":
Terra: webgames gratuitos - diversos jogos em flash, alguns bem complexos até, para jogar online. cuidado: alguns são viciantes : )
Free Online Games - idem ao anterior, porém de outra fonte.
Game Giveaway of the Day - na mesma linha do Giveaway of the Day, contém jogos comerciais que por um dia se tornam gratuitos. todo dia tem um jogo diferente. para baixar e instalar.
categoria "ferramentas":
Giveaway of the Day - programas comerciais que por um dia se tornam gratuitos. todo dia tem um programa diferente.
nota contida no site:
"Basicamente, todos os dias escolhemos um programa que será o programa Giveaway of the day. Este programa estará disponível para download durante 24 horas (ou mais, se assim o entender o produtor) e esse software será absolutamente grátis. Isto é – não se trata de uma versão experimental ou limitada – mas de uma versão registada e legal do software que será gratuito para os nossos visitantes."
categoria "tech fun":
Terra: webgames gratuitos - diversos jogos em flash, alguns bem complexos até, para jogar online. cuidado: alguns são viciantes : )
Free Online Games - idem ao anterior, porém de outra fonte.
Game Giveaway of the Day - na mesma linha do Giveaway of the Day, contém jogos comerciais que por um dia se tornam gratuitos. todo dia tem um jogo diferente. para baixar e instalar.
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